renderizas uma vez, pagas em gigabytes para sempre
Num portátil, a cache de media, os proxies e os exports vivem no único disco com que o macOS também precisa de respirar. O MAIMU mapeia para onde foi o espaço e traz cada ficheiro acima de 250 MB a decisão — tua, não dele.
Encontrado na lista de ficheiros grandes de um scan real. Exports antigos são o clássico: entregues há meses, ainda a viver no disco de arranque.
De um projeto de há dois portáteis. O localizador de ficheiros grandes mostra-os com a idade — decides tu, e só podem ir para o Lixo.
As caches das apps reconstroem-se sozinhas — é o ofício delas. O MAIMU mapeia-as anel a anel: vês que app anda a acumular.
Renders do Final Cut, Media Cache da Adobe e proxies do DaVinci como categorias próprias de um clique estão a caminho — hoje não estão na app. O que existe já: o mapa sunburst e o localizador 250 MB+, que já apanham a maior parte.
O contrato de segurança conta a dobrar quando o disco leva trabalho de clientes: apagar é Lixo por omissão, ficheiros grandes só podem ir para lá, volumes externos são território só de leitura, e cada eliminação fica registada localmente. O teu arquivo de footage no disco externo é intocável por design.
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